TEMPO PARA VER


Marcos 1. 21 – 32[1]

Eles foram para Cafarnaum e, logo que chegou o sábado, Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. (Marcos 1.18)


Hoje temos muitas informações ao nosso dispor, basta um clique. Quer saber quem foi Platão, é só clicar. Um avião caiu na Índia e, em 30 minutos, o mundo inteiro já tem uma opinião sobre as causas do acidente. Quer saber o nome do presidente da Nike? O Google responde. Quer saber como chagar à rua Indaial, em Timbó-SC? É só clicar. As respostas para tudo que queremos estão a um clique, e elas tem que ser rápidas, pois não temos tempo ou paciência para esperar.

O povo de Cafarnaum também estava ansioso por respostas. Aguardavam há 700 anos pela chegada do Messias prometido que iria instalar o Reino de Deus na terra e acabar com todo o sofrimento. Isso era assunto em pauta nas sinagogas todos os sábados. E, muito embora não tivessem o Google, eles tinham toda a informação necessária nos escritos dos profetas. Eles sabiam de cor quais seriam os sinais da chegada do Messias (Isaías 61.1-2) e como seria seu domínio (Daniel 7.13-14).

Quando Jesus começou a ensinar, eles ficaram maravilhados. Quando Ele mostrou sua autoridade sobre os espíritos do mal, eles ficaram boquiabertos. Embora os sinais fossem evidentes, eles ainda se perguntavam, quem seria esse homem? Seria Ele o Messias prometido? O mais intrigante para mim é que, mesmo com toda informação, com todos os sinais que Jesus deixou, no final, o povo de Israel ainda não conseguiu vê-lo.

Informação e sinais não são suficientes. É necessária a presença do Espírito Santo, o único que pode abrir nossos olhos para vermos o Messias. Hoje temos toda a informação, todo o ensino e presença do Espírito Santo dentro de nós.

No entanto, será que temos tempo e paciência para ver?

Vamos orar:

Convido você a estudar essa passagem e pedir ao Espírito Santo que revele o Messias escondido nela.

Terry e Simone Lockyer

[1] Entraram em Cafarnaum e, logo no sábado, indo ele à sinagoga, ali ensinava.
E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas.
E estava na sinagoga deles um homem com um espírito imundo, o qual exclamou,
Dizendo: Ah! que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus.
E repreendeu-o Jesus, dizendo: Cala-te, e sai dele.
Então o espírito imundo, convulsionando-o, e clamando com grande voz, saiu dele.
E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!
E logo correu a sua fama por toda a província da Galiléia.
E logo, saindo da sinagoga, foram à casa de Simão e de André com Tiago e João.
E a sogra de Simão estava deitada com febre; e logo lhe falaram dela.
Então, chegando-se a ela, tomou-a pela mão, e levantou-a; e imediatamente a febre a deixou, e servia-os.
E, tendo chegado a tarde, quando já se estava pondo o sol, trouxeram-lhe todos os que se achavam enfermos, e os endemoninhados.

O.F. 07.02.11

 

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